04.05.2026 18h00mn
Na Inbicta
Assinando o ponto.
(imagem autorizada pelos fotografados)
Assinando o ponto.
(imagem autorizada pelos fotografados)
Há um ano, precisamente a 28 de Fevereiro de 2025, o presidente e o vice-presidente dos EUA receberam, na Casa Branca, o presidente da Ucrânia, numa sessão aberta à Imprensa onde os anfitriões não se coibiram de humilhar o visitante, acusando-o de ser ingrato para com os Estados Unidos e de não querer a paz. Nesse encontro, um jornalista quis saber a razão pela qual o presidente da Ucrânia aparecia sem vestir um fato, supostamente mais adequado ao local. Hoje, dia 28 de Fevereiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos anunciou aos americanos, através de uma rede social, as razões do ataque desencadeado contra o Irão, apresentando-se de fato, sem gravata e com um boné branco com as letras USA.
Sozinho em casa, como aquele menino do filme homónimo, a ouvir rádio, voz amiga que é sempre a última a calar-se e só quando já não é possível falar. Num receptor que também pode funcionar com energia solar ou energia gerada num dínamo accionado à manivela.
[Soneto deficiente]
Lá na Internet,
mas também nos Parlamentos,
gente cuja formação
inclui a facilidade
de fazer gestos à mão
da maior vulgaridade,
a par de outras grosserias,
lá na Internet,
mas também nos Parlamentos,
há gente que se promove
bolsando a espuma dos dias.
E que por igual destrata
gente muito mais letrada,
gente culta e educada.
01 |10 |2025
Júlio Roldão
Mostrei este imagem a uma aplicação de Inteligência Artificial e fiquei a saber que ela representa alguém que está a segurar numa caixa de música.
"Nova Riviera" é o título deste trabalho sobre uma tela de 100X70 cm, obra que apresentei na Bienal de Gaia de 2025. É uma legenda, em técnica mista, sobre a dura realidade vivida em Gaza, território já cobiçado por interesses do imobiliário turístico. Esta obra foi oferecida por mim à Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.
Rua Principal de Logo de Deus, Coimbra. Um castelo (T2) com vistas para a cidade e para os campos do Mondego.
Um outro olhar sobre a baía da cidade da Horta.
Bom tempo no canal. Bom título para uma narrativa açoriana.
Ainda estou perdido num canavial que mestre Alberto Carneiro trouxe de Londres para Coimbra nos idos anos 70, pouco depois do meu segundo nascimento, ocorrido - lembro-me como se fosse hoje - a uma quinta-feira, no dia 4 de Novembro de 1971, quando eu estava a caminho dos 18 anos e voltei a nascer. No próximo mês de Novembro, deste ano de 2024, celebro 53 anos (apesar de completar 71 um mês e meio depois), publicando parte da minha Correspondência Interceptada, uma série de cartas ficcionadas teimosamente por enviar aos respectivos destinatários.